Intensidade relativa da colaboração entre Brasil e América Latina e Caribe

uma análise a partir da base Scopus (2015 e 2024)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.22477/x.ebbc.1040

Palavras-chave:

Colaboração científica, América Latina e Caribe, Indicadores relacionais, Coautoria internacional

Resumo

A colaboração científica internacional tem crescido de forma expressiva, tornando sua avaliação estratégica para subsidiar políticas públicas de ciência e tecnologia. Considerando as diferenças estruturais entre os sistemas científicos dos países da América Latina e Caribe, objetivou-se analisar a intensidade das colaborações estabelecidas com o Brasil. Para tal, aplicou-se o indicador de Intensidade Relativa de Colaboração, que compara a colaboração observada com a esperada na rede regional. Os resultados evidenciam que número de coautorias não implica necessariamente maior intensidade, embora se observe fortalecimento das colaborações do Brasil com alguns países no período analisado.

Biografia do Autor

Ingrid Rodrigues, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

Mestranda em Ciência da Informação pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Leandro Innocentini Lopes de Faria, Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)

Professor Adjunto da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Doutor em Ciência e Engenharia dos Materiais pela Universidade Federal de São Carlos (2001) e em Ciência da Informação e Comunicação pela Universite dAix-Marseille III (2001)

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Publicado

09-09-2026

Como Citar

RODRIGUES, Ingrid; FARIA, Leandro Innocentini Lopes de. Intensidade relativa da colaboração entre Brasil e América Latina e Caribe: uma análise a partir da base Scopus (2015 e 2024). Encontro Brasileiro de Bibliometria e Cientometria, [S. l.], v. 10, p. 1–10, 2026. DOI: 10.22477/x.ebbc.1040. Disponível em: https://ebbc.inf.br/ojs/index.php/ebbc/article/view/1040. Acesso em: 28 set. 2026.

Edição

Seção

Resumo Expandido - Produtividade e Colaboração Científica